domingo, 26 de maio de 2013

O sorriso de 6.

Eu tenho alguns rascunhos no caderno que traduzem noites, noites tentando decifrar teu sorriso. Eu quis dizer em várias linhas, o quanto é inevitável olhar pros teus olhos e ver que eles sorriem da mesma forma que os meus lábios sorriem também. É inevitável não perceber, que o meu querer é você nos meus dias, no meus meses, nos meus anos e décadas, se o vento soprar totalmente à favor, será nosso querer até a outra vida. A cada dia, encontro acúmulos de sorrisos teus, é admirável amá-lo sem decifrar nenhum sorriso. Amar cada detalhe sem dizer o porquê.

Quantas vezes me perdi num momento de silêncio ? No silêncio em que só o meu corpo traduzia o que queria dizer ? E quantas vezes eu falei aos cotovelos ? Sem saber o que fazer, até deparar com meu nervosismo ? Incontáveis vezes, mas você faz da minha inquietação, a calma surgir, você tem este dom, mostrando um dos seus mil e um sorrisos pra mim.

Falar de amor de vários modos: calando a boca pra falar com o corpo e vice-versa. Você ali, observando de todas as formas, paciente e risonho, expressando com tantos três jeitos o quanto esse amor é recíproco. É tão feliz assim, nós dois, num encaixe suave - fatal e intenso - angelical.


Felicidade, sem hora e nem lugar : a simplicidade e a cumplicidade, um par .
E isso tudo é pra dizer que a contagem dos meses são 6, que somos um romance  feito o de  Gonçalves Dias e Ana Amélia, não é uma comparação tão modesta ao se ver assim mas é um amor tão próximo do que eles viveram, nós garantimos, sim. 





Dedico à você, Mar ...
 a calma do meu dia, a paz que chega e fica.

São maravilhosos meses ao teu lado,  e que venham mais infinitos assim, :)
P.s.: Eu só preciso dizer que você tem feito as palavras fugirem ultimamente, você é culpado por tanto amor aqui existir, eu amo você !
( Mirror's ) 

terça-feira, 23 de abril de 2013

- Boba
- Bobo
- Te amo
- Eu amo você

Olhos com cílios enormes, sorrisos incessantes, felicidade ali, amor aqui, paz enfim.


domingo, 7 de abril de 2013

Que Menina - Que Mulher




Noites tranquilas voltem, voltem e me façam dormir direito. Preencha meu sono com sonhos e não pesadelos. Traga conforto, traga a calma de antes, a paz que eu desejo. Eu tenho sido criança sem sôssego, procurando aninhar-me no berço de um jeito, tentando acalmar meu coração desse medo. O medo de não saber como lidar com os  anseios, anseios de uma menina mulher, que sente e diz no silêncio, o quanto ama  e o quanto dói por dentro. Que não sabe se chora ou se sorrir, só ignora agora a angústia de partir, pra longe, bem longe daquilo que já foi tão bom sentir, que parece insistir. Deixando marcas desse sentimento por onde passa, parece que não é capaz de fugir. É um querer torturador, uma fonte de amor, que não esgota nem com ardor, ardendo desse jeito parece febril, é tão infantil, agir com tal birra, quando se nega a dizer que não sentiu. Querendo encontrar o remédio pra esse lamento, que fica em silêncio, na esperança de não subir a temperatura da inquietação. É desse sentimento tão verdadeiro, que entra sem perdi licença e fica por teimosia , que essa menina tão mulher suporta tanta confusão. Colocando retalho nos pedaços desse nobre coração, ouvindo e seguindo agora a voz da razão, pra não se ferir, não colocar a culpa na tal da ilusão. 

-Tenha orgulho de ser quem é Menina Mulher, poucas são essas que são fortes pra sentir o que é, ser tão pura e tão integra designa tanto valor. Não desperdice, seja feliz, seja você, seja como for, só amor. Que venha teu sono, tua calma e teus sonhos. Você precisa disso Menina, você merece Mulher.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

AMOR
eu fui
                    AMOR eu sou



AMOR 
eu serei




 A M O R
Sempre com
 A M O R

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Tua madrugada.

Nada aquieta teu coração, as horas passam e o sono não vem, algo te diz que ouvir as músicas que embalavam este romance o consolam bem mais que o travesseiro. Não há nenhum amigo acordado agora, os bares por perto não estão abertos, tudo é um silêncio, só. É uma tortura sentir tanto e não dizer nada.
Que agonia.
Insonia, saudade, aperto no peito, sem tradução. 

De novo, outra vez.